Um sentimento (pequeno, como botão de flor), que nasce dos momentos de solidão, mas sem o ser propriamente, expurga medos e anseios de um indivíduo que está, neste mesmo momento, descobrindo algo de puro em si.
Não enxerga a escuridão, mas a compreende, como parte de tudo aquilo que vive, padece e morre.
Aceita as trevas e faz dela sua extensão sombria na qual pode descansar.
(A terra, a negra terra. Molhada da chuva dos céus sombrios.
A terra acolhe o horror trazido pelas nuvens de solidão.
Na mesma terra onde buscar-se-á as raízes da vida,
na mesma terra onde enterrar-se-á os demônios dos vivos.)
Da escuridão, fez-se a luz.
Almas sem corpos com sonhos nus.
Não enxerga a escuridão, mas a compreende, como parte de tudo aquilo que vive, padece e morre.
Aceita as trevas e faz dela sua extensão sombria na qual pode descansar.
(A terra, a negra terra. Molhada da chuva dos céus sombrios.
A terra acolhe o horror trazido pelas nuvens de solidão.
Na mesma terra onde buscar-se-á as raízes da vida,
na mesma terra onde enterrar-se-á os demônios dos vivos.)
Da escuridão, fez-se a luz.
Almas sem corpos com sonhos nus.

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