A chuva cai, o corpo débil pende. Busco equilíbrio.
O automóvel passa, tão perto e tão rápido, que imagino (e sinto ao imaginar) o que teria acontecido caso meu instinto tivesse falhado.
Não machuca imaginar...
A chuva cai, o corpo permanece.
E o cheiro de ozônio (você consegue senti-lo?) acalma os corações.
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